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domingo, 29 de abril de 2012

Quanto custa?

Partindo do Brasil, são 1800 quilômetros, ou sejam, 180 litros de combustível, ao preço máximo atual de seis pesos, que correspondem a aproximadamente R$ 2,50, perfazendo R$ 450,00.

Existem hotéis, albergues e cabanas por preços variados e não maiores do que os praticados no Brasil.

A alimentação também não é cara, principalmente nas cidades do interior.

 Quanto à diversão, são inúmeros os passeios gratuitos, e para aproveitar a neve,   pagando apenas o aluguel do material, que pode ser usado por mais de uma pessoa, é possível esquiar em diversos níveis de dificuldade, escalando a pé, ou mesmo subindo de carro alguma montanha.

Para acompanhar os preços nos supermercados, pesquise nos seguintes sites:
 http://www.leshop.com.ar/
http://www.jumbo.com.ar/

                                         Diversão gratuita.


                                          Ou quase!





                                                        Churrasco no caminho.

                                                      Farofa no gelo.

As empanadas, típicas da região, assadas em forno a lenha, acompanhadas por um bom vinho ( mais barato do que refrigerante) também fazem parte do cardápio turístico.

É possível economizar bastante dinheiro com a estadia se hospedando em albergues ou refúgios de montanha, como o " Paco Ibañes ", próximo à entrada do tunel internacional ao chile, e da Estação de Esquí chileba de Portillo,  já na região de aclimatação para escaladas, pagando 16 dólares por pessoa.

Agora a Estação de Penitestes conta também com um Albergue,  este ao preço de 26 dólares. Conferir no site: http://www.penitentes.com.ar/

Confira aquí as opções de restaurantes e cafés na região de Mendoza: http://www.guiadeleite.com.ar/

E em Buenos Aires: http://www.viaresto.clarin.com/

Refúgio de montanhistas, Las Cuevas, 3151 msnm.


                                         Estação de Esqui Los Penitentes.
                                                                     Alegria de inverno.

                                                                     Primeiros passos.

sábado, 7 de abril de 2012

Las Leñas.






Chegada a Las Leñas, com a visão dos meios de elevação Caris ( esquerda) e Apolo (direita).

Detalhe das pistas Apolo e Minerva.



Las Leñas é o centro de esquí mais próximo de Buenos Ayres ( 1.162 Km), bem como é aquele que apresenta as pistas mais longas e radicais, e os mais assustadores trajetos " fora de pista".

Além disso, possui um "snow park", com corrimão,  rampas e outros obstáculos.

Acesso aos meios de elevação Venus, Netuno e Marte, que levam ao topo da montanha, através de seu extenso vale.

Neste Centro o acesso à montanha só é permitido a esquiadores ou snowboarders, sendo vedados os passeios de turistas na área esquiável.

Vista do Hotel Virgo, a partir do Parador Las Rosas.

Este é o destino latino para quem quer praticar esquí e snowboard a nível avançado ou extremo.

Paisagem do caminho ao Vale de Las Leñas.

O trajeto de carro, a partir de Buenos Aires percorre 1.300 quilômetros, em sua maioria pela ruta 7, que é uma reta com poucas e pequenas cidades, a maioria sem hotéis, separadas por grandes distâncias de estrada.

Até General Alvear a viagem é monótona ,e a partir daí o ascenso ao Vale de Las Leñas, situado a pouco mais de 2000 metros de altura, é pouco sentido, devido à variação da paisagem.

Entre General Alvear, onde é possível alugar apartamentos em Las Leñas a melhores preços ( o que pode ser conseguido também através dos anúncios classificados dos jornais) e El Sosneado, predominam as videiras , oliveiras, sítios  e vinícolas, sendo que existe um caminho alternativo de chão batido em boas condiçõs, que passa pelo Canion del Atuel, uma das maravilhas naturais argentinas.

Não deixe de conhecer a Laguna de La Niña Encantada e o Pozo de Las Animas, próximos a Los Molles.


Para quem vem direto do Brasil, sem passar por Buenos Aires, a partir de Concórdia ( fronteira entre Uruguai e Argentina) , são 1.162 quilômetros até Las Leñas, passando por cidades bem maiores e melhores, como Paraná, Santa fé ( com um bom Shopping junto ao caminho), Villa Maria, Rio Cuarto, Villa Mercedes, San Luiz e San Rafael.


Vale lembrar que esta é praticamente a mesma distância para se chegar até as Estações de Esquí de Los Penitentes, Valecitos e Portillo ( Chile), situadas porém em maiores altitudes, às quais se chega de carro a partir da cidade argentina de Mendoza.

Para informações sobre preços, mapas e estado de pistas, acesse: www.laslenas.com

sábado, 10 de março de 2012

ACONCÁGUA.







Ao fundo, a face sul da maior montanha do mundo fora do Himalaia , no inverno, quando pouquíssimos alpinistas ousam enfrentá-la.

Para a grande maioria das pessoas  é difícil entender a inexorável força que compele os escaladores em direção ao perigo iminente de morte.

O montanhista, sociólogo e poeta, Assis Aymone, que ao escalar o Aconcágua conviveu com a fatalidade da morte do brasileiro Eduardo Silva , nos dá alguma idéia sobre a dimensão deste poder  motriz quase indomável:

"O aconcágua cristaliza e canaliza a chamada realidade extrema; ela se manifesta com tamanha força que não conseguimos suportá-la, é tão intensa e aguda que ultrapassa sua própria realidade; os homens perdem seu encanto, sacrificam suas ilusões no altar mais alto da América e muitas vezes perdem também sua alma. Temos impressão de estar na derradeira fronteira, da qual podemos não voltar; não há passaportes que levem ao incognoscível, não há razões que nos façam acessar a imensidão e depois voltar à nossa humanidade; nele corremos o risco de ser rocha e gelo para a eternidade, mas realizamos nosso exorcismo e nossa redescoberta." ( Aconcágua O cume e depois morrer O ser e a montanha, Editora Record , pg. 27)



Aconcágua no verão. A majestosa visão do glaciar horcones, e o camimho que leva à confluência, ponto de controle e acesso às rotas de escalada.






 

Cemitério dos andinistas. Aqui se encontra a lápide de Nicolás Plantamura, o primeiro argentino a escalar o Aconcágua e as de muitos outros homens da montanha, como o brasileiro Mozart Catão.
As mensagens dos amigos e familiares, em todas as linguas, levam os visitantes à emoção.




sexta-feira, 9 de março de 2012

quinta-feira, 1 de março de 2012

Quilômetro Zero.

Antes da viagem o sonho, e antes do sonho a ideia.

Uma fotografia, um desenho, uma lembrança, ou mesmo um comentário de um desconhecido podem dar idéia sobre o caminho a ser seguido.

Para aqueles que sabem aonde querem ir, para aqueles que não tem idéia alguma, e para aqueles que apenas sonham, estamos dando o primeiro passo, criando um espaço de informações sobre nossos países vizinhos que, embora tão próximos e tão interessantes, ainda são muito pouco explorados por nós, os brasileiros.

Após realizar algumas viagens de automóvel , em família, às montanhas argentinas e chilenas , nasceu a vontade de compartilhar histórias e imagens, também de outros viajantes, sobre caminhos, estradas, cidades, cultura, locais de interesse,datas festivas, atividades de lazer e outras importantes e úteis informações aos viajantes de corpo, ou de espírito, que pensem em algum dia viajar de carro, por esta porção do continente latino americano, tão diferente do Brasil.

Argentina de carro.
Urugyai de carro.
Chile de carro.
Brasil de carro.

Que assim comece uma boa viagem.